terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Desafios do agronegócio brasileiro

A indústria de fertilizantes vs. Demanda alimentícia

Em um quadro de crise econômica mundial, a demanda por alimentos de uma população que deverá chegar a 9 bilhões até 2050, impõe às lideranças globais o desafio de aumentar a produção agrícola de maneira sustentável. “Não será fácil. Para responder a essa demanda, a produção mundial de alimentos deve crescer cerca de 70%”, afirmou o representante no Brasil da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), Hélder Muteia, durante a apresentação da palestra Demanda Mundial por Alimentos e o Combate à Fome no Rural Tecnoshow. 

O cultivo das plantas para atender às necessidades humanas é atividade essencialmente dependente de condições edafoclimáticas, socio-econômicas e nível de conhecimentos técnicos. As técnicas agrícolas são, assim, muito diversificadas tanto ao longo do tempo quanto nas diferentes regiões do planeta.

Dentro dessa composição esta grande demanda vai de encontro ao aumento da produtividade do setor alimentício o que incorre em uma maior utilização de fertilizantes, situação muito delicada para o Brasil, que na sua maior parte importa matérias-prima para compor suas formulações.

O Brasil é o quarto maior consumidor de fertilizantes do Mundo, mas representa apenas 2% da produção mundial, sendo assim um grande importador. 

No Brasil a Agricultura responde por:
 • ~30% do PIB;
 • ~80% Saldo da Balança Comercial;
 • ~40% da força de Trabalho;

Neste ínterim, o Brasil vem passando por grandes obstáculos para se manter no mercado. Dentre esses pode-se citar: 


  • Protecionismo dos países desenvolvidos;
  • Subsídios dos EUA e da União Européia;
  • Adequação da infra-estrutura de importação e exportação;
  • Disponibilidade de crédito;
  • Consciência Ambiental
Mesmo com tantos obstáculos o Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de produtos agropecuários do mundo.


Segue abaixo o link sobre a situação de mercado de fertilizante no Brasil.

http://www.ibram.org.br/sites/700/784/00001762.pdf

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